sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Trindade no 7 de setembro


Encontrei o zelador Rômulo em frente ao posto Alpha as 7:15h daquela manhã quente de quarta-feira, feriado de 7 de setembro. Não pude conter o trocadilho infame: Tem posto atrás? Depois dele responder afirmativamente, rumamos sentido Flamboyant munidos de recursos tecnológicos de precisão de propriedade do zelador: um mapa impresso no Google maps com anotações feitas a caneta da suposta rota que nos levaria ao munincípio de Trindade e nada mais! Como nosso amigo guardava o mapa em seu cofre suado, a cada sacada do mapa para consulta este estava cada vez mais borrado e aos pedaços. Pedalamos 61 km entre asfalto, ruas, estradas, terra, barro, trilhas, cemitério de automóveis, vilarejos e belas paisagens. Vale destacar o momento tenso do passeio ao passarmos por uma estradinha de terra deserta onde foram aparecendo algumas carcaças de veículos incendiados. O trajeto escolhido foi de extrema utilidade no quesito conhecimento geográfico, pois estivemos em bairros pouco conhecidos como Vila Jurema, Jardim das Varejeiras e Setor Vilma Cavucão. A tradicional parada para o lanche podreira ocorreu em Trindade, onde foram consumidas uma coxinha macabra e uma coca-cola estupidamente gelada. Antes disso nosso amigo passou na farmácia para comprar um dorflex, mas aproveitou também a promoção da corega plus e emplastro sabiá supositório. Na chegada a nosso destino, a fazenda da família Portugal, o Zé (lador) ainda tomou banho de pivô de irrigação na chegada na entrada. Memorável!! Informações úteis: Tempo total de pedal: 4 horas, 1 minuto e 4 segundos; Velocidade média: 14,6 km/h; Velocidade máxima: 50,1 km/h (uau!); Calorias gastas: 1591 cal, gerando um saldo positivo de 191 cal, já que a coxinha maldita tinha 1400 cal; Frequência cardíaca média: 133 bpm; Frequência cardíaca máxima: 173 bpm; Paradas para xixi: 01; Paradas para beber água: trocentas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário