Hoje confesso que abusei do sono. Dois fatos incríveis ocorreram: primeiro que eu dormi relativamente bem durante a noite e segundo que acordei tardiamente às 6:30 am no domingo. É uma marca espantosa para os meus padrões! E nas minhas atribuições de alma solidária, decidi fazer minha caridade de Momo. Combinamos que faríamos um pedal light na manhã deste domingo. Eu, meu cunhado Marcelo e meu amigo Fí, última capa da revista Forbes. Já esperado, um SMS desistindo da aventura, proveniente do dispositivo do Fí, chegou assim que liguei meu celular. Ok. Vamos em frente na caridade. Meu estimado cunhado Marcelo e sua idade avançada, aliada a sua precária condição física me fizeram alterar o nome da aventura para Pedal Geriátrico. Partimos as 8:53h rumo ao desconhecido, onde nosso único objetivo seria não usar o plano funerário de Marcelo nesse belo domingo de sol. A medida que o tempo passava pude comprovar que a desproporção em termos físicos era a mesma que eu enfrentava quando pedalava com o Rogério Estivador. Segue abaixo a imagem que simboliza nossa atividade do domingo.
Imagem símbolo de nosso pedal
Fizemos um percurso light de 27 km (light pra mim HA_HA_HA) com algumas subidas escabrosas. Acometido por bico de papagaio, espinhela caída, cobreiro e quebranto, o que dificulta sobremaneira seu desempenho ciclístico, Marcelão terminou o percurso no bagaço, mas com o sentimento de vitória por ter conseguido chegar vivo.
O momento de tensão máxima: Apesar de sua bike de titanium com peso reduzido e 45 marchas, Marcelo foi ultrapassado numa das subidas por uma senhora de 130 Kg, fumante, asmática, que conduzia uma barra forte circular. Tenso... Momentos como esses é que nos fazem arrancar forças de nossas entranhas para ir de encontro a superação... ou abandonar de vez Çaporra. Espero que depois dele se recuperar fisicamente e de ler este blog ainda queira continuar pedalando comigo e principalmente trazendo regularmente a boa muamba dos EUA pra mim. :-)
Momento raro em que seus pés não tocavam o chão.
Adoro fotos de árvores.
Só para provar que eu fui.
Nosso ciclista estreante.
Estatísticas inúteis:
27km em 2h38min10s. Velocidade média inferior a de uma tartaruga maneta.
Velocidade máxima: 62 km/h (YES!!)
Calorias queimadas: 1005
Frequência cardíaca máxima: 162 bpm (a minha)






Ok minha gente, vamos aos fatos, agora verdadeiros.
ResponderExcluirEm passado não muito remoto, eu, nosso amigo Charles, e meu cunhado Walter decidimos fazer um pedal light (para mim HA_HA_HA), foi só uns 40 Km, percurso daqui do Alfa Mall até Bela Vista/GO. Naquele passado não muito distante, como não tínhamos a intensão de usar o plano funerário de meu atlético cunhado Walter, tivemos que recorrer a um artifício, embora não aceito na comunidade ciclística, mas que foi necessário naquela data. Usamos nosso aparelho de telecomunicações, chamado celular, e chamamos o "REBOQUE", naquele tempo pilotado pela minha amada esposa Elvira. Eu e Charles, ao chegarmos ao trevo de Bela Vista, aguardamos alguns minutos, ou talvez horas, não me recordo exatamente, a chegada arrasta do dito cunhado. Logo em seguida chegou o REBOQUE, no qual fomos obrigado a entrar, devido o avançado da hora, e retornarmos ao nosso lar junto com meu cunhado Walter.
Em suas peripécias atléticas, algum tempo depois, ele, Walter, acabou por lesar seu joelho artrítico/artrótico, coitado, e teve que ser submetido a tratamento médico com antirreumáticos, vitaminas, hormônios, etc., mas não teve jeito, teve que ser submetido a um procedimento rejuvenescedor articular. Devo admitir, isso foi o fim para o brio de meu cunhado, e eis que não ele se levantou do leito da geriatria e pois-se a malhar: os amigos, o cunhado, os concorrentes e também o físico. Com isso se tornou, com ajuda do Geriaton, claro, neste super senil, marombado ciclista, velocista e vencedor; sempre nos desafios que enfrenta com seus amigos mortais, normais, trabalhadores, que não "malham" diuturnamente.
Voltando aos fatos, digo que: "os olhos só vêem aquilo que a mente pode aceitar". No episódio da "ultrapassagem numa das subidas por uma senhora de 130 Kg, fumante, asmática, que conduzia uma barra forte circular" pode-se ler "FOMOS" ultrapassados por moça de porte atlético, pesando uns 60Kg eu diria, respirando parecendo que caminhava no parque, com bike, digamos apropriada para o ciclismo.
Voltando ainda aos fatos, devo confessar que, em virtude do escasso tempo para a malhação, e do elevado senso de responsabilidade, fiz este pedal com prudência, polpando-me um pouco nas subidas de 75 ou mais graus de inclinação, mas com a intensão de retornar à antiga forma, que creio eu, não demorará muito.
Ah, quanto as muambas posso tranquilizar meu cunhado que, sempre que puder, trarei seu Geriaton importado, suas vitaminas, cálcio e o que mais ele precisar para manter sua senil saúde em forma. Afinal de contas, agora que estou retornando não quero perder o parceiro de pedal.
Só me esqueci de um comentário:
ResponderExcluirA velocidade máxima foi em uma descida quando eu o ultrapassei, eh_eh_eh...
Pilantra... O episódio Bela Vista foi em meados de 1995. Eu ainda era um bebê e vc já tinha quase 40. Saliento: a senhora acometida por obesidade mórbida, tabagista e asmática ultrapassou de fato a nós dois. Apesar de meu preparo físico exuberante, o ato de guinchá-lo naquela subida não foi fácil. Ingrato!
ResponderExcluirCalma lá minha gente,são só duas pequenas correções de digitação: onde se lê intensão, corrige-se para intenção e onde se lê polpando-me corrige-se para poupando-me. Como se diz "a pressa é inimiga da perfeição".
ResponderExcluirCraro seu Kreysson. Aqui niunguem repara essses tipus de erros grouteskos nao. Fica sucegadu.
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