A simetria do percurso impressiona. Coxinha invertida estendida debaixo de um sol escaldante. Não foi fácil... Quase jogamos a toalha. Sem tempo, bagos, saco, disposição e vontade, aí vai um brevíssimo relato do pedal de hoje:
- atraso para começar;
- tchau horário de verão;
- sol de rachar a cabaça (puta novidade...);
- mais uma cobra (que novidade!);
- zelador sempre ao longe devido a problemas com o álcool na noite anterior (que novidade!);
- muito, mas muito barro mesmo;
- uma corrente quebrada (a minha novamente... que novidade!);
- coxinhas, quibes e refris no butekão (que novidade!)
distância total: 40,16 km;
velocidade média: 9,9 km/h;
tempo parado para arrumar a corrente: 27 min;
tempo total: 4h02m48s
frequência cardíaca máxima: 196 bpm (puta queo parao).
calorias queimadas: 1503;
correntes quebradas: 1
avistamento de répteis peçonhentos: 1
Só pra dizer que hoje foi foda mesmo.
O cachorro do Zelador (E) e seu cachorro (D) aguardando pela chegada do transporte.
Mais uma serpente;
Zelador (E) e Rogério (D), este último em novas vestimentas da coleção Comurg / Super gás.
Rogério Laranja das Neves.
Zeladoria.
Eu, com barro por todo o corpo.
Zelador escafandrista. Confesso que torcemos pelo tombo.
Mais uma árvore? Não... Zelador ficando para trás.
Pausa para o lanche.
Uma idéia do que pegamos. Dica: Não estamos em Brasília...
Cena de horrormulo augusto 1. A barrigueira explodiu... Reparem que deste ângulo ele parece estar ficando careca.
Eu chapiscado pelo barro.
Zelador longe... muuuiiiito longe.
Zelador longe... só muda a paisagem...
Corrente quebrada.
Zelador consertando a corrente.
Situação final da sapatilha.
Meia branca? Que nada. Perna suja mesmo.
Coreografia de horror: Zelador alongando os músculos faciais e o olho direito.
Minha bike.
Nunca a ví tão suja.























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